*NÃO É CUNHADO, É O IRMÃO DO AMANTE DA MINISTRA DA JUSTIÇA
*Mas "quem tem telhados de vidro" deveria ter mais cuidado, particularmente
quando se metem com quem não tem papas na lingua, como é o caso deste
Bastonário da Ordem dos Advogados.** *****
A Ministra desmentiu que tivesse nomeado familiares para o seu gabinete.
Aqui vai a resposta do Bastonário da Ordem dos Advogados. ****
No jobs for the boys, friends or relatives???? ****
Mais um embuste para enganar os Portugueses. ****
----------------------------- -
NÃO É CUNHADO, É O IRMÃO DO AMANTE DA MINISTRA DA JUSTIÇA porra! ****
*À ministra da Justiça* ****
Publicado às 00.36 ****
Depois de andar a acusar-me de lhe dirigir ataques pessoais, a sra.
ministra da Justiça veio agora responder à denúncia que eu fiz de ter usado
o cargo para favorecer o seu cunhado, Dr. João Correia. Diz ela que não tem
cunhado nenhum e que isso até se pode demonstrar com uma certidão do
registo civil. Já antes, com o mesmo fito, membros do seu gabinete haviam
dito à imprensa que ela é divorciada.
Podia explicar as coisas recorrendo à explícita linguagem popular ou até à
fria terminologia jurídica que têm termos bem rigorosos para caracterizar a
situação. Vou faze-lo, porém, com a linguagem própria dos meus princípios e
convicções sem deslizar para os terrenos eticamente movediços em que a sra.
ministra se refugia.
A base moral da família não está no casamento, seja enquanto sacramento
ministrado por um sacerdote, seja enquanto contrato jurídico homologado por
um funcionário público. A base moral da família está na força dos
sentimentos que unem os seus membros. Está na intensidade dos afectos
recíprocos que levam duas pessoas a darem as mãos para procurarem juntas a
felicidade; que levam duas pessoas a estabelecerem entre si um pacto de
vida comum, ou seja, uma comunhão de propósitos existenciais através da
qual, juntos, se realizam como seres humanos. Através dessa comunhão elas
buscam em conjunto a felicidade, partilhando os momentos mais marcantes das
suas vidas, nomeadamente, as adversidades, as tristezas, as alegrias, os
triunfos, os fracassos, os prazeres e, naturalmente, a sexualidade.
O casamento, quando existe, agrega tudo isso numa síntese institucional
que, muitas vezes, já nada tem a ver com sentimentos, mas tão só com meras
conveniências sociais, morais, económicas ou políticas. Por isso, para mim,
cunhados são os irmãos das pessoas que, por força de afectos recíprocos,
partilham entre si, de forma duradoura, dimensões relevantes das suas vidas.
*É um gesto primário de oportunismo invocar a ausência do casamento para
dissimular uma relação afectiva em que se partilham dimensões fundamentais
da existência, unicamente porque não se tem coragem para assumir as
consequências políticas de opções que permitiram que essa relação pessoal
se misturasse com o exercício de funções de estado, chegando,
inclusivamente, ao ponto de influenciar decisões de grande relevância
política*.
Tal como o crime de violência doméstica pode ocorrer entre não casados
também não é necessário o casamento para haver nepotismo. Basta utilizarmos
os cargos públicos para favorecermos as pessoas com quem temos relações
afectivas ou os seus familiares. Aliás, é, justamente, aí que o nepotismo e
o compadrio são mais perniciosos, quer porque são mais intensos os afectos
que o podem propiciar (diminuindo as resistências morais do autor), quer
porque pode ser mais facilmente dissimulado do que no casamento, pois
raramente essas relações são conhecidas do público.
Aqui chegados reitero todas as acusações de nepotismo e favorecimento de
familiares que fiz à Sra. Ministra da Justiça. Mas acuso-a também de tentar
esconder uma relação afectiva, unicamente porque não tem coragem de assumir
as consequências políticas de decisões que favoreceram o seu cunhado, ou
seja o irmão da pessoa com quem ela estabeleceu essa relação. *Acuso
publicamente a Sra. Ministra de tentar tapar o sol com a peneira,
procurando dissimular uma situação de nepotismo com a invocação de
inexistência de casamento, ou seja, refugiando-se nos estereótipos de uma
moralidade retrógrada e decadente.*
A sra. ministra da Justiça tem o dever republicano de explicar ao país por
que é que nomeou o seu cunhado, dr. João Correia, para tarefas no seu
ministério, bem como cerca de 15 pessoas mais, todas da confiança exclusiva
dele, nomeadamente, amigos, antigos colaboradores e sócios da sua sociedade
de advogados. Isso não é uma questão da vida pessoal da Sra. Ministra. É
uma questão de estado.
Nota: Desorientada no labirinto das suas contradições, a sra. ministra da
Justiça mandou o seu chefe de gabinete atacar-me publicamente, o que ele,
obediente, logo fez, mas em termos, no mínimo, institucionalmente
incorrectos. É óbvio que não respondo aos subalternos da sra. ministra, por
muito que eles se ponham em bicos de pés. ****
quando se metem com quem não tem papas na lingua, como é o caso deste
Bastonário da Ordem dos Advogados.** *****
A Ministra desmentiu que tivesse nomeado familiares para o seu gabinete.
Aqui vai a resposta do Bastonário da Ordem dos Advogados. ****
No jobs for the boys, friends or relatives???? ****
Mais um embuste para enganar os Portugueses. ****
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NÃO É CUNHADO, É O IRMÃO DO AMANTE DA MINISTRA DA JUSTIÇA porra! ****
*À ministra da Justiça* ****
Publicado às 00.36 ****
Depois de andar a acusar-me de lhe dirigir ataques pessoais, a sra.
ministra da Justiça veio agora responder à denúncia que eu fiz de ter usado
o cargo para favorecer o seu cunhado, Dr. João Correia. Diz ela que não tem
cunhado nenhum e que isso até se pode demonstrar com uma certidão do
registo civil. Já antes, com o mesmo fito, membros do seu gabinete haviam
dito à imprensa que ela é divorciada.
Podia explicar as coisas recorrendo à explícita linguagem popular ou até à
fria terminologia jurídica que têm termos bem rigorosos para caracterizar a
situação. Vou faze-lo, porém, com a linguagem própria dos meus princípios e
convicções sem deslizar para os terrenos eticamente movediços em que a sra.
ministra se refugia.
A base moral da família não está no casamento, seja enquanto sacramento
ministrado por um sacerdote, seja enquanto contrato jurídico homologado por
um funcionário público. A base moral da família está na força dos
sentimentos que unem os seus membros. Está na intensidade dos afectos
recíprocos que levam duas pessoas a darem as mãos para procurarem juntas a
felicidade; que levam duas pessoas a estabelecerem entre si um pacto de
vida comum, ou seja, uma comunhão de propósitos existenciais através da
qual, juntos, se realizam como seres humanos. Através dessa comunhão elas
buscam em conjunto a felicidade, partilhando os momentos mais marcantes das
suas vidas, nomeadamente, as adversidades, as tristezas, as alegrias, os
triunfos, os fracassos, os prazeres e, naturalmente, a sexualidade.
O casamento, quando existe, agrega tudo isso numa síntese institucional
que, muitas vezes, já nada tem a ver com sentimentos, mas tão só com meras
conveniências sociais, morais, económicas ou políticas. Por isso, para mim,
cunhados são os irmãos das pessoas que, por força de afectos recíprocos,
partilham entre si, de forma duradoura, dimensões relevantes das suas vidas.
*É um gesto primário de oportunismo invocar a ausência do casamento para
dissimular uma relação afectiva em que se partilham dimensões fundamentais
da existência, unicamente porque não se tem coragem para assumir as
consequências políticas de opções que permitiram que essa relação pessoal
se misturasse com o exercício de funções de estado, chegando,
inclusivamente, ao ponto de influenciar decisões de grande relevância
política*.
Tal como o crime de violência doméstica pode ocorrer entre não casados
também não é necessário o casamento para haver nepotismo. Basta utilizarmos
os cargos públicos para favorecermos as pessoas com quem temos relações
afectivas ou os seus familiares. Aliás, é, justamente, aí que o nepotismo e
o compadrio são mais perniciosos, quer porque são mais intensos os afectos
que o podem propiciar (diminuindo as resistências morais do autor), quer
porque pode ser mais facilmente dissimulado do que no casamento, pois
raramente essas relações são conhecidas do público.
Aqui chegados reitero todas as acusações de nepotismo e favorecimento de
familiares que fiz à Sra. Ministra da Justiça. Mas acuso-a também de tentar
esconder uma relação afectiva, unicamente porque não tem coragem de assumir
as consequências políticas de decisões que favoreceram o seu cunhado, ou
seja o irmão da pessoa com quem ela estabeleceu essa relação. *Acuso
publicamente a Sra. Ministra de tentar tapar o sol com a peneira,
procurando dissimular uma situação de nepotismo com a invocação de
inexistência de casamento, ou seja, refugiando-se nos estereótipos de uma
moralidade retrógrada e decadente.*
A sra. ministra da Justiça tem o dever republicano de explicar ao país por
que é que nomeou o seu cunhado, dr. João Correia, para tarefas no seu
ministério, bem como cerca de 15 pessoas mais, todas da confiança exclusiva
dele, nomeadamente, amigos, antigos colaboradores e sócios da sua sociedade
de advogados. Isso não é uma questão da vida pessoal da Sra. Ministra. É
uma questão de estado.
Nota: Desorientada no labirinto das suas contradições, a sra. ministra da
Justiça mandou o seu chefe de gabinete atacar-me publicamente, o que ele,
obediente, logo fez, mas em termos, no mínimo, institucionalmente
incorrectos. É óbvio que não respondo aos subalternos da sra. ministra, por
muito que eles se ponham em bicos de pés. ****
Não morro de amores pelo Sr. Bastonário e pelo seu estilo verborreíco, mas que é um caso de lesa majestade é...Dá que pensar como esta classe usa a seu bel prazer o Estado como se tratasse da sua Empresa pessoal. Se é mentira a Dr.Paula Teixeira da Cruz deve esclarecer cabalmente o recrutamento do referido "cunhado" ou o que seja!
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